Serviços Ambientais

Simplificamos processos trazendo soluções sustentáveis para a obtenção de licenciamentos e estudos ambientais para o seu negócio. Confira nossos serviços:

Gestão de Resíduos

Relatório de Execução do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos

Como forma de avaliar a execução das metas estabelecidas no Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos , os órgãos ambientais exigem durante a renovação da licença de operação que seja apresentado um relatório técnico, contendo o acompanhamento e a avaliação das atividades, além de verificar se as ações planejadas foram executadas.

Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS)

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS) é obrigatório para todos os empreendimentos que prestem atendimento à saúde humana e animal, laboratórios, necrotérios, funerárias, farmácias e drogarias, centros de ensino e pesquisa, centro de zoonoses, estúdio de tatuagem e todos os serviços geradores de material biológico.

Este documento, assim como o PGRS, visa realizar o correto manejo dos resíduos gerados nas áreas de saúde, sendo necessário que haja tratamento e disposição final dos resíduos. A Ideal Ambiental realiza a elaboração seguindo as normativas da Resolução Anvisa RDC 06/04 e regulamentações da resolução CONAMA nº 283/01. O PGRSS é exigido por órgãos fiscalizadores da vigilância sanitária e é parte integrante do processo de licenciamento ambiental.

Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC)

O Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC) refere-se ao documento técnico que basicamente realiza o manejo correto dos resíduos gerados em construções, reformas, demolições e outros reparos que possam gerar restos de alvenaria, solo, resina, tinta, madeira e entulhos em geral. As diretrizes para a estruturação do PGRCC são descritas na resolução CONAMA 307/2002, este é parte integrante para a aprovação do alvará de construção e do licenciamento ambiental do empreendimento.

Relatório de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (RGRCC)

O relatório de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil é parte do Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil (PGRCC), ao final da construção ou reforma, este documento deve conter informações das quantidades e características dos resíduos efetivamente gerados, conjunto ao manifesto de transporte (MTRS) e certificados de destinação (CDF), como forma de comprovação das informações.

Gestão Global de Resíduos

A Ideal Ambiental possui uma equipe especializada e parcerias devidamente licenciadas para auxiliar na gestão global dos resíduos gerados pelo seu empreendimento. Nós estamos disponíveis para realizar o gerenciamento dos resíduos provenientes da sua empresa, analisando a melhor logística para a coleta deste, contabilizando os certificados e realizando as estimativas de geração através de relatórios periódicos.

Coleta de Resíduos Sólidos

Acompanhamento Ambiental de Aterro Sanitário

O Acompanhamento Ambiental de Aterro Sanitário tem como objetivo avaliar o desempenho ambiental do local, permitindo a identificação de alterações no comportamento previsto. Neste documento são avaliados diversos aspectos relativos às medidas de controle ambiental, bem como de operação do Aterro Sanitário.

Plano de Logística Reversa

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) instaurou a responsabilidade compartilhada ao longo do ciclo de vida de determinados produtos. Desta forma, o plano de logística reversa tem como principal objetivo planejar, operar e controlar os produtos após a sua venda, buscando que estes retornem à cadeia produtiva para seu reaproveitamento, reuso, reciclagem, tratamento e destinação final correta.

ACV – Análise de Ciclo de Vida de Produtos e Processos

A análise de ciclo de vida de produtos e processos visa acompanhar o histórico completo de um produto ou processo desde sua criação até o seu descarte final ou encerramento da atividade. Através do estudo é possível realizar a quantificação das cargas ambientais e os aspectos positivos e negativos de um produto ou processo.

Projeto de Aterro Sanitário

De acordo com a Lei Federal nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), os rejeitos provenientes dos resíduos sólidos urbanos devem ser dispostos de forma adequada. No Brasil, a solução mais utilizada para esta destinação é por meio de Aterros Sanitários. Esses locais devem ser projetados de acordo com a norma ABNT NBR 8.419:1992, contemplando as estruturas físicas, operacionais e de controle ambiental.

Projetos Ambientais

Obras sustentáveis

Plano De Qualidade do Ar Interno (PQAI)

O Plano de Qualidade do Ar Interno (PQAI) é o documento que define as medidas de controle de odor e poeira, proteção aos sistemas de ar condicionado e exaustão, controle das fontes de poluição, dentre outros aspectos relacionados a qualidade do ar durante a construção. O plano tem como objetivo garantir a sustentabilidade da obra com qualidade do ar interior.

Plano de Controle de Erosão e Sedimentação (PCES)

O Plano de Controle de Erosão e Sedimentação (PCES) orienta o monitoramento do material particulado proveniente do canteiro de obras, contenção de taludes, dentre outros aspectos. O documento é exigido para certificação de edifícios sustentáveis, e necessita de acompanhamento periódico das medidas de controle previstas.

Acompanhamento Ambiental de Obras com Certificação LEED, GBC Brasil E AQUA-HQE

O acompanhamento ambiental em obras é fundamental para monitorar e fiscalizar o cumprimento das condicionantes ambientais previstas nos planos de controle e autorizações dos órgãos competentes. Com o acompanhamento é possível avaliar os impactos causados pelo empreendimento, e a efetividade das ações e medidas de controle.

Plano de Manutenção e Controle para Ar Condicionado (PMOC)

De acordo com a Lei Federal 13.589/2018, todos os empreendimentos que possuem sistema de ar interior climatizado artificialmente devem conter um Plano de Manutenção e Controle para Ar Condicionado (PMOC). O plano visa garantir a qualidade do ar interno e com isso preservar a saúde das pessoas que irão utilizar o imóvel. De forma geral, este documento é exigido e fiscalizado pelas vigilâncias sanitárias municipais.

Recursos Hídricos

Projeto de Reuso de Água

O projeto de reuso da água tem como principal objetivo utilizar a água da chuva ou reaproveitar as águas cinzas (resíduos líquidos proveniente de lavanderias, pias de sanitários, dentre outras fontes) ou outros efluentes tratados. Com a implantação das medidas previstas no projeto, o empreendimento terá uma grande redução do consumo de água, eliminando o desperdício e contribuindo com a diminuição da contaminação dos corpos hídricos.

Projeto de Drenagem

O projeto de drenagem de águas pluviais urbanas é parte dos projetos de infraestrutura para a implantação ou regularização de empreendimentos. O projeto envolve soluções para captação, coleta e destinação de águas pluviais, tendo em vista aspectos hidrológicos, geológicos e topográficos, com o objetivo de promover a infiltração de água superficial e diminuição dos riscos de alagamentos e inundações.

Água

Projeto de Estação de Tratamento de Água – ETA

A Estação de Tratamento de Água (ETA) contempla soluções técnicas para garantir o abastecimento de água com as condições necessárias para determinada atividade – abastecimento humano, industrial, comercial, atendendo os parâmetros de qualidade exigidos pela legislação. ETA’s com vazão superior a 30 l/s devem solicitar licença ambiental junto ao órgão responsável.

Monitoramento de Qualidade da Água

O monitoramento da qualidade da água refere-se a realização de análises de qualidade de água de acordo com a legislação vigente e aplicável a cada atividade e local. Em geral, são solicitados planos de monitoramento de qualidade da água, durante o processo de licenciamento de atividades potencialmente poluidora, como indústrias, aterros sanitários, atividades de mineração, dentre outros.
A Ideal Ambiental realiza os cálculos do Índice de Qualidade da Água (IQA), principal indicador quantitativo utilizado no monitoramento de qualidade das águas.
Para a realização das coletas e análises, a Ideal Ambiental possui parceria com laboratórios devidamente cadastrados junto aos órgãos ambientais, e certificados para as análises necessárias.

Efluentes

Projeto de Estações de Tratamento de Efluentes (ETE)

A Estação de Tratamento de Efluentes é necessária sempre que não houver rede de esgoto disponível na localidade do empreendimento e/ou quando não é autorizado o despejo do efluente específico sem tratamento prévio na rede coletora. A composição do tratamento vai depender do tipo do efluente e local de lançamento, ou seja, o sistema deve ser projetado baseando-se na composição do líquido, vazão, substâncias químicas, local de despejo (corpo hídrico, infiltração), entre outros.

Análise de Efluentes

A Ideal Ambiental possui parceria com laboratórios certificados pelos órgãos ambientais para realização de análises de efluentes, e avaliação do atendimento às normas vigentes e às condicionantes das licenças ambientais. Para o Estado do Paraná, os laboratórios necessitam estar cadastrados junto ao IAP, com Cadastro de Laboratórios de Ensaios Ambientais – CLL vigente.

Projeto Hidrossanitário

O projeto hidrossanitário consiste no planejamento do sistema hidráulico e sanitário das edificações, determinando os fluxos de água e de efluentes líquidos. Esse documento é requisito para a solicitação da carta de viabilidade e carta de anuência das concessionárias de serviços de saneamento básico (no caso do Paraná, a SANEPAR).

Solo

Projeto Corte e Aterro/ Projeto de Terraplanagem

O projeto de corte e aterro determina a necessidade de remoção ou aterro de solo em determinadas obras, com estimativa dos volumes a serem movimentados. No documento, são analisados aspectos geotécnicos, geológicos e geométricos, bem como a projeção da obra no terreno. No município de Curitiba, o projeto é solicitado para a aprovação da autorização ambiental de execução de aterro (ATT) concedida pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente – SMMA.

Controle de Erosão

O controle de erosão busca aplicar técnicas que para minimizar as perdas de solo que acarretam na diminuição de nutrientes, microrganismos e matéria orgânica, reduzindo a fertilidade do solo.

Análise de Solo

A análise de solo usualmente é realizada para quantificar os nutrientes presentes na amostra, assim como para analisar a presença de possíveis contaminantes. De forma geral, o processo de descontaminação das amostras de solo é realizado através da biorremediação. A Ideal Ambiental possui parceria com laboratórios certificados pelos órgãos ambientais para realização destas análises.

Emissões Atmosféricas

Monitoramento de Emissões Atmosféricas

O monitoramento de emissões atmosféricas tem como principal intuito analisar a qualidade do ar nas regiões próximas a fonte de emissão (indústria, construção civil, mineração, etc.), bem para controle dos impactos à saúde da população e funcionários, ao meio ambiente, e atendimento das legislações vigentes.
Durante o monitoramento são analisados diversos parâmetros, como: PTS – Partículas Totais em Suspensão, PM10 – Partículas inaláveis, S02 – Dióxido de Sulfeto, CO – Monóxido de Carbono, NO2 – Dióxido de Nitrogênio e O3 – Oxônio, dentre outros.

Inventário de Emissões Atmosféricas

O inventário de emissões atmosféricas tem como principal objetivo mapear as fontes de emissões do empreendimento, estacionárias ou móveis, considerando as atividades e equipamentos utilizados no empreendimento.

Monitoramento de Fumaça Preta (Escala de Ringelmann)

O monitoramento de fumaça preta é realizado através da escala de Ringelmann – escala calorimétrica para quantificar a densidade da fumaça. Este monitoramento tem como principal objetivo analisar se uma determinada fonte está emitindo fumaça acima do permitido em legislação.

Estudos de Viabilidade Técnico-Econômica

Os estudos de viabilidade técnico-econômica podem ser utilizados para analisar a implantação de novas formas de gerenciamento de resíduos, desde sistemas de coleta, transporte até tratamento e disposição final (compostagem, bioenergia, recuperação energética de resíduos, coprocessamento, dentre outros).
No desenvolvimento dos estudos são considerados aspectos técnicos, financeiros, bem como a legislação e normas aplicáveis ao sistema. Os estudos também são desenvolvidos para processos de concessão dos sistemas públicos de gerenciamento de resíduos sólidos (Parcerias Público-Privadas – PPP, ou outros formatos.

Ruídos

Laudo de Ruído Ambiental

O Laudo de Ruído Ambiental (também conhecido como Laudo de Ruído Externo, Laudo de Ruído Perimetral ou Laudo de Avaliação de Ruído em Áreas Habitadas) é um documento técnico que apresenta os níveis de pressões sonoras emitidos por determinada fonte, e analisa os impactos destes ruídos no entorno do empreendimento, utilizando como referência os limites descritos na NBR 10.151/2019.

Áreas Degradadas / Passivo Ambiental

Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD)

O plano de recuperação de áreas degradadas (PRAD) é solicitado quando uma área é perturbada ou degradada por uma determinada atividade antrópica (encerramento de lixões, vazamentos de combustível, recuperação de áreas com supressão vegetal não autorizadas, entre outros). No PRAD são abordadas técnicas, métodos e materiais necessários para recuperar o local, considerando o uso e ocupação do solo. Os estudos envolvem diversas áreas do conhecimento técnico, sendo em sua maioria executados por equipe multidisciplinar.

Plano de Manejo Florestal

O Plano de Manejo Florestal deve seguir as diretrizes da Lei Federal nº 9.985/2000. No documento são analisadas as características das espécies existentes em determinada área, o zoneamento e normas que regem o local, para então definir as ações possíveis de serem executadas. Toda unidade de conservação deve elaborar seu plano de manejo em até 5 anos após a sanção do decreto de criação.

Inventário Florístico

O inventário florístico consiste no levantamento detalhado das espécies presentes em determinada área, com o objetivo de caracterizar a cobertura vegetal e subsidiar tomadas de decisão quanto a possíveis projetos a serem implantados no local, bem como o processo de licenciamento ambiental inerente. Este documento é um importante instrumento nas solicitações de supressão vegetal, realizadas juntos aos órgãos ambientais competentes.

Monitoramento de Flora e Fauna

O monitoramento de flora e fauna, em alguns casos, é integrado pelo inventário florístico. Esse programa busca mensurar os impactos causados pela implantação de um determinado empreendimento sobre a biota local através de um acompanhamento durante um determinado período. O monitoramento é um importante meio para obter dados fundamentais para tomadas de decisões em planos de manejo, criação de corretores ecológicos, entre outras métodos de conservação.

Plano de Avaliação de Riscos Ambientais (PARA)

O Plano De Avaliação De Riscos Ambientais (PARA) é um documento complementar do Programa de Gerenciamento de Risco, exigidos pelo Instituto Ambiental do Paraná – IAP, para atividades que oferecem grande risco ao meio ambiente e a vizinhança. Este plano consiste em um documento técnico contendo os riscos oferecidos pela empresa e quais medidas devem ser tomadas no caso de acidente, buscando minimizar os danos.

Laudo de Passivo Ambiental

O Laudo De Passivo Ambiental busca identificar a existência de danos ou potencial risco ao meio ambiente que interfiram nas funções exercidas em determinado local. O documento geralmente é exigido por instituições financeiras para aval de aquisição de terrenos onde serão implantados novos empreendimentos, ou nos processos de licenciamento ambiental.

Estudos de Impacto Ambiental

Estudo de Impacto Ambiental/ Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA)

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é definido pela resolução CONAMA nº 001/86 como um estudo multidisciplinar com dados técnicos detalhados sobre determinado empreendimento ou atividade de alto risco ambiental.

O Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) é elaborado através das conclusões obtidas no EIA, apresentado de forma clara e objetiva, para a população do entorno e demais interessados estarem cientes dos impactos positivos e negativos do empreendimento.

Estes estudos são solicitados durante o processo de licenciamento ambiental de empresas com alto potencial de mudança no meio ambiente, tais como aeroportos, portos, estradas, aterro sanitário, mineração, entre outros.

Plano de Controle Ambiental (PCA) / Plano Básico Ambiental (PBA) / Projeto Básico Ambiental (PBA)

O Plano de Controle Ambiental (PCA), ou Plano/Projeto Básico Ambiental (PBA) é solicitado nos processos de licenciamento ambiental, com objetivo de identificar os impactos de determinada atividade, e propor medidas de controle ambiental para reduzir ou eliminar os impactos negativos, e potencializar os positivos.

Relatório De Controle Ambiental (RCA)

O Relatório de Controle Ambiental (RCA)é exigido como condicionante para a solicitação da licença de operação. Este relatório visa avaliar as conformidades e não conformidades da execução das medidas de controle ambiental apresentadas no Plano de Controle Ambiental (PCA).

Estudo Ambiental Simplificado (EAS)

O Estudo Ambiental Simplificado (EAS) é exigido durante o processo de licenciamento de atividades com baixo potencial poluidor. Este estudo avalia os possíveis impactos causados pela atividade em questão.

Estudo De Impacto De Vizinhança (EIV)

De acordo com o Estatuto das Cidades, Lei Federal nº 10.257/2001, todos os municípios devem exigir a apresentação de Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), em conformidade com as regulamentações do plano diretor e outras normas urbanísticas e ambientais locais.
O EIV tem como foco apresentar à população os impactos (positivos e negativos) que o empreendimento gerará em seu entorno, variando de acordo com o porte e atividade. Após a realização, é possível que sejam traçadas as diretrizes para beneficiar todos os interessados.

Relatório Ambiental Simplificado (RAS)

O Relatório Ambiental Simplificado (RAS) ou Relatório Ambiental Prévio (RAP) demonstra a viabilidade ambiental da localização, instalação e ampliação de um empreendimento. Este relatório é exigido durante o requerimento da licença prévia (LP).

Relatório De Detalhamento De Programas Ambientais (RDPA)

O Relatório de Detalhamento de Programas Ambientais (RDPA) apresenta de forma clara e detalhada, todos os programas ambientais e medidas de controle ambiental apresentadas através do Relatório Ambiental Simplificado (RAS). Este documento é solicitado na segunda etapa do licenciamento ambiental, licença de instalação (LI), para empreendimentos de baixo impacto ambiental.

Relatório Ambiental Prévio (RAP)

O Relatório Ambiental Prévio (RAP) é solicitado durante a solicitação da licença prévia (LP) para atividades potencialmente poluidora e tem como principal finalidade avaliar se será requerido ou não o EIA/RIMA. Este relatório estabelece as condições do meio físico, biótico e socioeconômico, avaliando os principais impactos e estabelecendo as medidas mitigatórias, bem como os métodos de controle ambiental.

Audiências Públicas

As Audiências Públicas são instrumentos utilizados ao final do processo de licenciamento com o objetivo de esclarecer e elucidar junto a população, as características e impactos do empreendimento. Este é um momento importante, pois o empreendedor pode acolher possíveis críticas e sugestões ao projeto e às medidas de controle ambiental adotadas. Em geral, são exigidas audiências públicas para a apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV).

Relatório Anual De Atividades Potencialmente Poluidoras (RAPP)

O Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidora (RAPP) trata-se de relatório auto declaratório realizado via sistema do IBAMA que auxilia o órgão a fiscalizar as atividades potencialmente poluidoras. Todas as pessoas físicas e jurídicas que exercem atividades sujeitas a cobrança da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA) são obrigadas a preencher o RAPP.

Licenciamento Ambiental

Licença Prévia (LP)/ Licença Ambiental Prévia (LAP)

A licença prévia é a primeira etapa quando se inicia um licenciamento ambiental. Por meio dela o órgão responsável analisa a localização e concepção do empreendimento, atividade ou obra, para definir sua viabilidade ambiental, definindo os requisitos básicos para serem cumpridos nas próximas fases do licenciamento.

Licença de Instalação (LI)/ Licença Ambiental de Instalação (LAI)

A licença de instalação é requerida após a aprovação da licença de prévia, e tem a finalidade de avaliar a instalação do empreendimento ou atividades, devendo seguir os projetos e programas apresentados ao órgão ambiental. Durante esta fase são instalados os equipamentos para controle ambiental.

Licença de Operação (LO)/ Licença Ambiental de Operação (LAO)

A última etapa do processo do licenciamento ambiental é a licença de operação, que autoriza o funcionamento do empreendimento e atividades, após a verificação do cumprimento de todas as medidas de controle ambiental e condicionantes estabelecidas nas licenças anteriores.

Licença de Operação de Regularização (LOR)

Indica-se a Licença Ambiental de Regularização para empreendimentos que foram instalados antes de 1998 e buscam autorização para operação de atividades já em funcionamento.

Dispensa de Licenciamento Ambiental Estadual (DLAE)

Em geral, a dispensa de licença é estabelecida para empreendimentos de muito baixo impacto ambiental. Esta definição varia de acordo com a regulamentação de cada órgão ambiental (municipal ou estadual).

Autorização Ambiental (AA)/ Autorização Ambiental (AuA)

A autorização ambiental está relacionada a aprovação da localização e instalação de empreendimentos, obras e atividade que possuem caráter temporário ou execução de obras que não são permanentes, que devem seguir os planos, programas e projetos apresentados aos órgãos ambientais.

Licença Ambiental Simplificada (LAS)

A licença ambiental simplificada é destinada para empreendimentos, atividades e obras de pequeno porte e com baixo potencial poluidor. Este documento aprova a localização, concepção e operação do empreendimento de acordo com as restrições estabelecidas pelo órgão e implementando os projetos e planos.

Licença Ambiental Simplificada de Regularização (LASR)

A Licença Ambiental Simplificada de Regularização aplica-se a empreendimentos ou atividades de pequeno porte, com baixo potencial poluidor, tenha sido instalada antes de 1998 e que necessita reagularização quanto a situação ambiental.

AAT – Autorização Ambiental para Execução de Aterro

A Autorização ambiental para a execução de aterro deve ser obtida sempre que houver áreas de corte, de nivelamento ou aterramento de resíduos da construção civil (Classe A), assim como locais onde ocorre o beneficiamento destes resíduos. Para a obtenção da AAT é necessário a elaboração do Projeto de Corte e Aterro.

AFU – Autorização Ambiental de Funcionamento

A solicitação da Autorização Ambiental de Funcionamento (AFU) ocorre junto a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA) para atividades de baixo impacto ambiental, conforme Anexo II da Decreto Municipal nº 480/2018 e é realizado através do REDE SIM/ Empresa Fácil.

RET – Autorização Ambiental para a Remoção de Tanques Subterrâneos

A Autorização Ambiental para a Remoção de Tanque Subterrâneo deve ser solicitada junto aos órgãos ambientais competentes sempre que houver necessidade da retirada de tanques que armazenam produtos químicos, combustíveis e outros derivados de petróleo.

AEO – Autorização Ambiental para Execução de Obras

A Autorização Ambiental para Execução de Obras (AEO) é obrigatória para todos os empreendimentos localizados em Curitiba, listados no art. 10º do Decreto Municipal 1.819/2018. Exemplo: obras realizadas em Área de Proteção Permanente (APP) e Áreas de Proteção Ambiental (APA).

Licença Ambiental por Adesão e Compromisso (LAC)

A Licença Ambiental por Adesão ou Compromisso (LAC) é uma tipologia de licença ambiental utilizada pelo Instituto de Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). A licença é emitida automaticamente, mediante envio de documentos necessários via internet.

Autorização Florestal/ Autorização de Corte (AuC)

A autorização florestal ou autorização de corte é expedida pelo órgão regulador, sendo permitido a supressão de vegetação nativa, árvores isoladas em área ambiental ou agropecuário e aproveitamento de material lenhoso. Para o corte de árvores exóticas, tais como pinus, não é necessário realizar a solicitação de autorização.

Outorga Prévia

O pedido de outorga deve ser realizado sempre que se pretende realizar a utilização tanto de águas superficiais como água subterrânea. A Outorga Prévia deve ser requerida sempre que esta for parte exigida em um processo de licenciamento ambiental ou autorização ambiental. No Estado do Paraná, esse pedido deve ser realizado no Instituto das Águas do Paraná.

Outorga de Direito

A outorga de direito deve ser requerida sempre que o empreendimento já possuir uma licença ambiental ou novos empreendimentos que não necessitem deste.

Dispensa de Outorga

A dispensa de outorga é aplicada para atividades que possuem usos insignificantes de acordo com a legislação, como por exemplo, captações individuais de até 1,8 m³/h e lançamentos de efluentes em corpos hídricos com a mesma vazão citada anteriormente.

Planejamento Ambiental

Plano Municipal De Gestão Integrada De Resíduos Sólidos (PMGRS)

O Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGRS) é um instrumento de planejamento da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos obrigatório para todos os municípios do país, conforme Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010). É também exigido para repasse de recursos financeiros dos governos federal e estaduais aos municípios para o setor.

O documento visa realizar um diagnóstico completo de todas as tipologias de resíduos geradas no local, e a partir dessas informações e mobilização social junto à comunidade, define diretrizes, estratégias e metas para serem implementadas através de plano de ações. O PMGIRS deve ser revisado a cada quatro anos.

Plano Municipal De Saneamento Básico (PMSB)

De acordo com o decreto nº 7.217/2010, todos os municípios brasileiros devem possuir o Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) para que estes tenham acesso aos investimentos destinados ao saneamento básico. Este documento deve contemplar as quatro vertentes do saneamento básico: a) abastecimento de água potável, b) esgotamento sanitário, c) manejo de resíduos sólidos e d) drenagem e manejo de águas pluviais urbanas. Através do PMSB é possível realizar um diagnóstico do saneamento básico do município e desta forma estabelecer metas, programas, projetos e ações para melhor o atendimento à população.

Plano Diretor de Drenagem Urbana (PDDU)

O Plano Diretor de Drenagem Urbana (PDDU) define as diretrizes para a gestão do sistema de drenagem, reduzindo os impactos ambientais causados pelo manejo inadequado das águas pluviais que incidem no meio urbano. Este documento é parte integrante ou complementar ao PMSB e contempla planos de ações, manuais de drenagem gestão e programas de monitoramento das águas pluviais, bem como ações preventivas.

Plano Diretor Municipal

O plano diretor é uma política que visa orientar a ocupação do solo nas áreas urbanas, buscando o desenvolvimento socioeconômico da região aliado a preservação do meio ambiente. Todo município necessita elaborar um plano diretor de acordo com o estatuto das cidades, regido pela legislação federal nº 10.257/2001.

Plano Diretor De Arborização Urbana

O Plano Diretor de Arborização tem como principal objetivo orientar as prefeituras municipais na implantação e manutenção das árvores na cidade. Através deste planejamento prévio é possível proporcional compatibilidade entre os indivíduos arbóreos e os equipamentos urbanos, bem como assegurar a proteção das redes de distribuição de energia. É indicado sempre a utilização de espécies nativas, pois estas, beneficiando a identidade biológica da região, preservando as espécies vegetais que ocorrem nos municípios.

Plano de Mobilidade Urbana

O Plano de Mobilidade Urbana busca integrar o planejamento urbano, transporte e trânsito, viabilizando a inclusão social e a sustentabilidade. Este documento é um dos instrumentos da Política de Desenvolvimento Urbano, instituindo pela Lei Federal 12.587/2012. Todos os municípios acima de 20.000 habitantes devem ter o Plano de Mobilidade Urbana como parte integrante no plano diretor.

Plano Municipal de Coleta Seletiva

O Plano Municipal de Coleta Seletiva é uma parcela importante do Plano Municipal De Gestão Integrada Dos Resíduos Sólidos (PMGRS). Este plano busca fazer o diagnóstico da coleta seletiva do município, buscando integrar tanto as cooperativas quanto empresas de coletas, apresentando alternativas de economia circular. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010 define que todos os municípios necessitam instaurar a coleta seletiva e destinação de resíduos orgânicos para a compostagem.

Estudos De Viabilidade Ambiental (EVA)

O Estudo de Viabilidade Ambiental (EVA) propõe um estudo preliminar, durante a primeira etapa do licenciamento, para identificar os impactos ambientais que envolvem o empreendimento. O EVA consta informações gerais do empreendimento, caracterização da área e aspectos legais ligados ao meio ambiente. Através do estudo de viabilidade ambiental é possível que o órgão responsável avalie se o empreendimento deverá apresentar o EIA e RIMA.

Educação Ambiental

Treinamento In Company e Palestras

O treinamento ambiental nos empreendimentos tem como propósito promover a conscientização e engajamento dos colaboradores e demais partes interessadas. Os assuntos abordados durante a capacitação podem variar de acordo com a demanda do contratante, como por exemplo, gestão ambiental, gerenciamento de resíduos, atendimento aos requisitos do processo de gestão, entre outros assuntos geralmente discutidos.

Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT)

A semana interna de prevenção de acidentes de trabalho (SIPAT) é uma das atividades anuais realizadas pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Durante essa semana, são promovidas discussões sobre segurança do trabalho, saúde ocupacional e demais assuntos pertinentes para os colaboradores. A SIPAT é prevista na portaria nº 3.214, NR 5, no entanto não são descritos temas obrigatórios, sendo assim, cabe ao empreendedor abordar assuntos de sustentabilidade e educação ambiental, buscando elevar a qualidade ambiental da empresa.

Programas de Educação Ambiental

Frequentemente o programa de educação ambiental é solicitado durante o processo de licenciamento, como uma ferramenta de mitigação para impactos ocasionados pelo empreendimento. De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 9.795/1999) a educação ambiental deve ser promovida por empresas e entidade da classe, para seus colaboradores, buscando melhorar o ambiente de trabalho e processos produtivos que impactam o meio ambiente.

Tecnologia Ambiental

Monitoramento Ambiental Através de Veículo Aéreo não Tripulado (VANT) – Drone

O Monitoramento Ambiental através de Veículos aéreos não tripulados (VANTs) é um importante aliado na obtenção de dados, pois garante qualidade e agilidade na obtenção de informações coletadas em campo, reduz o tempo e traz segurança aos técnicos, com a mesma precisão que informações obtidas pela equipe nas próximas fases do licenciamento. A utilização de VANTs pode contribuir nas análises de assoreamento de cursos d’água, avaliação de uso e ocupação do solo, levantamentos topográficos, controle geotécnico de aterros sanitários, entre outros.

Resitrack App

Desenvolvido pela Ideal Ambiental, a plataforma Resitrack está disponível nas versões desktop e mobile, permitindo criar e organizar MTR de maneira simples e totalmente online. A Resitrack oferece integração entre geradores, transportadores e empresas de destinação final, além de possuir um perfil exclusivo para gerenciadores. A plataforma permite que vários tipos de resíduos possam ser aplicados durante a criação da MTR, e com o sistema de assinaturas online, a impressão do documento não é necessária, reduzindo assim a utilização de papeis e economizando tempo e dinheiro, mas principalmente, minimizando a geração de resíduos. Para mais informações sobre a plataforma, acesse: www.resitrack.com.br